domingo, 2 de janeiro de 2011

       Querido
              2011,
      por favor seja bom comigo.
Eu realmente quero se feliz esse ano!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Que 2011 traga muitas alegrias e realizações!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Eu sofro de mimfobia
Tenho medo de mim mesmo,
Mas me enfrento todo dia.


Millôr Fernandes

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Música da semana

Noite cai
E então o que chegou?
Noite vai
Então o que sobrou?
Olhar seguro
E das promessas que eu ouvi
De amar, de ser um só
De nunca desistir
Não me escondo
Do medo de não me reerguer
Do silêncio de uma vida sem você
De tudo o que faltou ser...
Noite cai
Por que não trás pra mim?
Noite vai
Não leva o que eu vivi
Enquanto mesmo longe
Eu te senti aqui
Enquanto a verdade soube conduzir
Não me escondo
Do medo de não me reerguer
Do silêncio de uma vida sem você
De tudo o que faltou ser...
Se tudo o que eu sou foi sempre seu
E agora você levou tudo o que eu sabia de mim
E agora...
Não me escondo
Do medo de não me reerguer
Do silêncio de uma vida sem você
De tudo o que faltou ser..

O nome da música é "O que faltou ser" e quem canta é a Sandy Leah
Ah gente, eu gosto dela!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Meu coração é frágil-forte, sabe se medir. Às vezes se alonga demais, se esquece de si. Vai onde nunca pensou que iria, e volta, cheio, se derramando. Ou volta querendo o que não foi, carente, mas nunca vazio.

As palavras lhes são agudas e desnecessárias. Não as conhece muito bem. Prefere olhos, bocas, gestos. Prefere o que é certo. Não é cego, nem surdo, nem indouto. Guia-se nem sempre pelo caminho certo. Mas quem o faz?

Meu coração é largo-estreito, nele não cabe o mundo inteiro, mas se aninham alguns passarinhos coloridos. Pode amar e desamar com a mesma força. Se apegar e entregar como se fosse jovem. Pode cair e se levantar, mesmo que lentamente.

Ele dói de dor e de amor. Mas não é sempre. Também canta e descansa. Hoje, não é inquieto e friável. Mas conta histórias de dias em que sangrava de taquicardia desnecessária.

Falar dele é sempre se alongar em palavras sem fim. É não esquecer que dele procedem minhas fontes e que cuidar é tão vital quanto deixar bater, encher e esvaziar, sem descrer.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010



Veja bem, foi você
A razão e o porquê
De nascer esta canção assim
Pois você é o amor
Que existe em mim…

[da Mata ]

sábado, 2 de outubro de 2010

É doce... tão doce, mas tão doce... e não amarga. Incrivelmente não amarga nunca. Continua cada vez mais doce, mas palatável, mais irresistível. É dos doces que se dão a todos os sentidos, para quem quer provar e se deliciar, para quem quer mais que degustar, quer se deleitar na doçura, alcançá-la, vivê-la. É doce sem fim, para além de tempos e modos. E eu desejo tanto e tão ardentemente manter-me assim: embevecida desse sabor absurdo, sabor intransigente que permanece doce ainda que tudo o mais seja como é, duvidoso. Quero vê-lo sempre, tê-lo sempre em mim, amá-lo sempre, mais que assim... meu docinho cantor, falador de mil palavras suaves, meu docinho-amor-carinho-calor... meu docinho-sabor. Que adoça minha vida, meus dias, minha história... que me ensina artes verdadeiras, me muda, me emudece, me assombra e enternece. Meu doce ao lado, meu lado doce, minha melhor receita, meu melhor. Continua sendo, docemente, o sabor de céu que experimento todos os dias... e desejo mais.